sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Games (Xbox360, PS1, PS2), softwares, apostilas, shows...

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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

10 coisas que não existiriam se não fosse o Linux

O sistema operacional livre mais famoso do mundo está em vários lugares é mais importante do que você pode imaginar.

Linux. Muita gente treme só de ouvir falar no sistema operacional criado por Linus Torvalds e divulgado ao mundo a partir de 1991. Contudo, essa história de que “Linux é difícil de usar” tem ficado dia a dia mais para trás, vide distribuições cada vez mais funcionais e amigáveis para o usuário final como Fedora e Ubuntu.
Contudo, o sistema operacional livre mais usado no mundo não corresponde apenas às várias distribuições que milhões de pessoas usam ao redor do globo terrestre. Ele está em lugares que você, provavelmente, nem imagina, comprovando toda sua robustez e versatilidade.
Ele é usado em diversas funções diferentes e o Tecmundo lista agora dez coisas que provavelmente não existiriam se não fosse o Linux.
Tux, o mascote do Linux

Grandes servidores

Serviços que você utiliza todos os dias, como Google, Facebook e até mesmo o Tecmundo e o Baixaki, têm Linux rodando em seus servidores para armazenar muito conteúdo. Todos os serviços de web da Google, como Docs, Agenda e Calendário, ficam hospedados em máquinas com o sistema operacional do pinguim.

Sistemas de controle de tráfego aéreo

Para que as pessoas viajem em segurança de uma parte a outra do mundo, há a necessidade de controle de tráfego aéreo. A maioria das máquinas operadas pelos controladores de voo usa Linux para garantir que o avião que carrega você de um ponto a outro decole e pouse em segurança.

Sistemas de alta tecnologia para controle de tráfego

Segundo o site LinuxforDevices.com, a cidade de San Francisco, uma das mais populosas dos Estados Unidos, usa um sistema de alta tecnologia para controle de tráfego terrestre. O município tem um trânsito caótico e é com Linux rodando em seus computadores que a prefeitura local pretende reduzir esse problema.

Android

Android também é Linux.
O Android é o sistema operacional desenvolvido pela Google para dispositivos portáteis. Ele é um dos mais usados do gênero e cada vez mais novos aparelhos de grandes fabricantes são lançados com ele instalado. Pois se você ainda não sabia, agora é a hora: Android é desenvolvido tendo como base o Linux.

Trem de alta velocidade japonês

Outra ajuda que o Linux dá ao mundo dos transportes é funcionando nos computadores que operam o sistema de trens de alta velocidade no Japão. Sempre que nessas enormes e velozes máquinas de ferro embarcam passageiros e eles partem rumo ao seu destino, é o sistema criado por Linus Torvalds demonstrando a sua versatilidade.

Bolsa de Nova York

A Bolsa de Valores de Nova York também usa Linux. Desde 2007, o local que é o ponto nevrálgico do sistema financeiro estadunidense optou por instalar o sistema livre em suas máquinas. Os motivos são simples e claros: redução de custos (afinal, Linux é de graça e não se paga licença) e aumento de flexibilidade (não à toa o sistema é chamado de “livre”).

Supercomputadores

Outra informação recorrente no mundo do software livre é a preferência de desenvolvedores de supercomputadores pelo Linux. Estimativas apontam para cerca de 90% das supermáquinas existentes hoje rodando alguma variação de Linux. A explicação talvez seja a mais óbvia: o sistema livre é gratuito e flexível.

Carros inteligentes da Toyota

Toyota agora faz parte da Linux Foundation.
Recentemente, de acordo com o site LinuxInsider, a Toyota aderiu à Linux Foundation, a fundação criada em 2007 e que é responsável pela colaboração para aprimoramento do sistema. A justificativa, segundo o gerente geral de projetos da empresa Kenichi Murata, foi o fato de o sistema Linux possuir “a flexibilidade e a maturidade tecnológica” de que eles precisam para desenvolver veículos inteligentes.

Acelerador de partícula

A Cern, Organização Europeia para a Investigação Nuclear, maior laboratório de física de partículas do mundo e referência global no assunto, faz uso do sistema em suas pesquisas relacionadas a partículas de energia. O famoso acelerador de partículas do laboratório funciona com Linux.

Submarinos nucleares

A Lockheed Martin, maior produtora de produtos aeroespaciais para fins militares do mundo, apresentou, em 2004, a linha de submarinos nucleares BAEs Astute-class. O sistema central dessas máquinas subaquáticas possui a distribuição de Linux Red Hat instalada.
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Se você ainda procurava motivos para se tornar fã de software livre e do Linux, um dos maiores expoentes desse campo da tecnologia, aí estão mais dez. Não deixe de registrar sua opinião nos comentários abaixo.


segunda-feira, 25 de julho de 2011

Fifa 2012 - Para quem sente na veia uma partida de Futebol...

Divirta-se, sonhe, jogue...


Fifa 2012

John Carmack fala sobre o início do desenvolvimento de Doom 4

Capa do primeiro Doom                                    

Entrevistado pelo site Gamasutra, o fundador da id Software, John Carmack, falou um pouco sobre Doom 4, game cujo desenvolvimento deve ser iniciado logo após a chegada de Rage às lojas. Segundo ele, cerca de 50 pessoas trabalharão no game ao longo de toda a sua produção, que será iniciada com uma equipe menor. Segundo o designer, esse comportamento reflete uma visão de toda a empresa, permitindo que o trabalho seja realizado de forma gradual e especializada.
De acordo com ele, uma das principais inovações de Rage também estará presente em Doom 4: o modo multiplayer funcionará com uma taxa de atualização de 60 quadros por segundo. De acordo com ele, tal característica não pode ser aplicada também ao modo single player devido à grande quantidade de inimigos na tela ao mesmo tempo.
Doom 4 ainda não tem data de lançamento marcada. As primeiras informações oficiais sobre o título podem ser reveladas na próxima QuakeCon, evento da id Software que está marcado para acontecer entre os dias 4 e 7 de agosto.

Street Fighter III: Third Strike chega no dia 23 de agosto


Capcom anunciou que Street Fighter III: Third Strike sera lançado no dia 23 de agosto para PlayStation 3 e Xbox 360. A nova versão do jogo, que agora conta com gráficos em alta definição, contará com muitos extras.
Entre eles, haverá a possibilidade de jogar online, em partidas únicas ou em torneios para até 8 pessoas. Além disso, haverá a possibilidade de realizar o upload de replays no YouTube logo após as batalhas.
O game também contará com os famos Trials — já presentes em Super Street Fighter IV —, nos quais é possível realizar desafios para aprender movimentos e combinações de golpes dos personagens. Por fim, recompensas como imagens de arte conceitual poderão também ser desbloqueadas com a troca de pontos conquistados nas batalhas.
O jogo será vendido exclusivamente na Xbox LIVE Arcade e na PlayStation Network por, respectivamente, 1200 Microsoft Points e US$ 14,99 (cerca de R$ 24, de acordo com a cotação vigente do dólar).

NET instala nova rede de pontos Wi-Fi em São Paulo

Ainda em fase de testes, a rede vai permitir que os assinantes do serviço de banda larga acessem a internet sem fio em pontos onde o Wi-Fi estiver disponível

 
(Fonte da imagem: Divulgação NET)

A NET, uma das maiores provedoras de acesso à internet do Brasil, iniciou a instalação de diversos “hotspots” Wi-Fi na capital paulista, por onde assinantes da empresa podem acessar a rede sem fios enquanto estiverem em praças, restaurantes, cinemas e outro lugares estratégicos.
O projeto faz parte de um teste da empresa para avaliar a aceitação do serviço por parte dos usuários. Por enquanto, o acesso só pode ser feito por usuários que já são assinantes NET por meio de login e senha, sem custo adicional.
Até o momento, a novidade só está disponível em São Paulo e visa fidelizar os clientes da empresa. Especula-se que, no futuro, a NET possa viabilizar o serviço para outros assinantes em um plano destacado, semelhantemente ao que já acontece com a rede Vex, que disponibiliza acesso Wi-Fi em várias cidades brasileiras.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Nova tecnologia multitouch promete respostas mais confortáveis

Novidade desenvolvida pela Senseg reproduz grande variedade de texturas através de um campo elétrico próprio.

 (Fonte da imagem: Springwise)A empresa finlandesa Senseg anunciou na última semana uma nova tecnologia que promete tornar a experiência de operar telas sensíveis ao toque mais confortável. A novidade, batizada como E-sense, utiliza um fenômeno eletrossensorial para replicar a sensação de texturas em praticamente qualquer superfície multitouch.
A tecnologia desenvolvida pela empresa dispensa o uso de vibrações utilizadas pelas telas disponíveis atualmente no mercado, que trazem como consequência barulhos indesejáveis e aumento no consumo de energia. O E-sense utiliza pixels táteis (ou tixels), responsáveis pela geração de um campo elétrico que envolve o aparelho.
Pequenas cargas elétricas passam pelos tixels, sem em nenhum momento expor o usuário a correntes elétricas. O resultado disso é sentido pelo usuário ao passar os dedos pela tela do aparelho, obtendo sensações correspondentes a um grande número de texturas, sejam elas suaves, ásperas ou até mesmo grudentas.

Tecnologia em fase inicial

 
Fonte da imagem: Senseg)Para tornar o efeito possível, o E-sense utiliza uma combinação de hardware e software proprietários que estão sendo demonstrados nos escritórios da companhia localizados em Helsinki e Tóquio. Segundo a Senseg, os tixels possuem grande durabilidade e podem ser aplicados facilmente a qualquer superfície, até mesmo em tecidos.
Atualmente, a empresa está em busca de parceiros para tornar a novidade mais conhecida, e já conta com acordos preliminares com a Toshiba. Porém, não há expectativas de quando algum aparelho com a tecnologia deve chegar ao mercado.