sexta-feira, 3 de junho de 2011

Tela touchscreen do filme Minority Report virou realidade

Novidade serviu para apresentar novo modelo de carro da Ford, durante evento da marca. Confira o vídeo!

Dom Baker, líder de criação da Wunderman, demonstrou para o site Electricpig a tela sensível ao toque que reproduz os efeitos de sensibilidade e manipulação de imagens ou vídeos presentes na produção cinematográfica “Minority Report”. O display foi exibido na apresentação do novo modelo do Focus, durante o evento Ford’s Start More Live. Confira a novidade em ação no vídeo abaixo.
O filme “Minority Report”, dirigido por Steven Spielberg e lançado em 2002, exibiu dezenas de tecnologias que poderiam virar realidade até 2054 – ano em que a história do longa-metragem acontece. A tela sensível ao toque que reage aos movimentos do usuário é uma das grandes atrações da filmagem, proporcionando cenas emblemáticas do personagem de Tom Cruise acessando informações de maneira ágil e intuitiva.
Telas que permitem a manipulação de recursos por meio de toques não são mais novidade – gadgets com tal funcionalidade não faltam no mercado. Todavia, nenhum havia reproduzido a tecnologia do filme distribuído pela 20th Century Fox com tanta similaridade como o monitor criado para o evento da Ford.
Conforme se pode verificar no vídeo divulgado, a tela responde perfeitamente aos movimentos para a ampliação, rotação e execução das gravações. Questionado sobre o valor com que a tecnologia chegaria aos consumidores, Baker não soube afirmar o custo real. Mas ele estima que a tela deverá custar cerca de 3,5 mil libras – equivalente a 9,1 mil reais sem o cálculo de impostos.
Leia o artigo “Da ficção para a realidade: Minority Report - A Nova Lei” para conhecer outras tecnologias do longa-metragem que estão se tornando realidade.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Sony estima prejuízo anual de US$ 3,2 bilhões

Depois de sofrer com as consequências dos terremotos no Japão e dos ataques hacker, empresa é obrigada a inverter projeções financeiras.



Reuters. Por Isabel Reynolds - A Sony prevê que vai sofrer um prejuízo líquido de 3,2 bilhões de dólares para o ano encerrado em 31 de março por causa de baixa contábil sobre créditos fiscais.
A companhia tem tentado se recuperar do terremoto de março no Japão e, mais recentemente, foi atingida por uma invasão de sua rede PlayStation Network que expôs mais de 100 milhões de contas de usuários.
"Tenho sido cético sobre a Sony há tempos. A Sony foi superada pela Apple e outras empresas", disse Yuuki Sakurai, presidente-executivo da Fukoku Capital Management, em Tóquio. "A administração não é capaz de mostrar aos acionistas o futuro da empresa."
A nova previsão de resultado da Sony, de prejuízo líquido de 260 bilhões de ienes (3,2 bilhões de dólares), contrasta com a estimativa anterior de lucro de 70 bilhões de ienes. A empresa deve anunciar resultado anual na quinta-feira. O prejuízo líquido, se confirmado, será o maior já sofrido pela Sony desde 1995 e o segundo maior já registrado pela companhia.

PlayStation 4 pode ter processador Cell com 16 núcleos sinérgicos

Nova geração de chips teria ao menos o dobro da potência, podendo equipar também novos televisores da linha BRAVIA.

 
(Fonte da imagem: Divulgação/Sony)
O PlayStation 4 ainda pode estar distante de seu lançamento, no entanto o processador que colocará a quarta geração do console para funcionar pode estar atualmente em desenvolvimento. Segundo fontes do site Smarthouse.com.au, a Sony trabalha atualmente em um novo processador em conjunto com a IBM, que foi quem originalmente arquitetou o processador Cell.
Segundo afirmaram ao site algumas fontes anônimas da IBM, um novo processador de múltiplos núcleos que está há vários anos em desenvolvimento faz parte agora de um esforço conjunto com a empresa japonesa. Vale lembrar que a Sony recomprou recentemente a fábrica que produziu o processador Cell em Nagasaki — e há quem argumente que ela será utilizada para manufaturar os processadores para os aparelhos da Toshiba, IBM e da Sony.
O novo processador, aparentemente, poderia trazer até 16 SPEs (Elementos de processamento sinérgico, na sigla em inglês) o que, em termos práticos, significa algo duas vezes mais rápido que o processador Cell atual. Rumores indicam ainda que a tecnologia poderá ser utilizada também nos notebooks da Sony e nas TVs do selo Bravia. Até o momento, a Sony se recusa a comentar sobre a produção. Aguarde novidades.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Modern Warfare 3: data de lançamento confirmada e melhorias na engine



O mais recente vídeo de jogabilidade de Call of Duty: Modern Warfare 3 confirmou os boatos: o game chegará às lojas americanas no dia 8 de novembro de 2011. De acordo com Eric Hirshberg, presidente da publicadora Activision, “o nível de polimento e criatividade [do game] levará todo o gênero [FPS] adiante.”
De acordo com Robert Bowling, diretor criativo da Infinity Ward, o motor gráfico utilizado no título é uma grande melhoria em relação ao game antecessor. A engine IW, utilizada nos últimos FPSs da empresa, é alvo de críticas da imprensa especializada devido à falta de novidades vistas de um game para o outro. Apesar de não ter dado mais informações sobre as novidades, o representante afirmou que isso está prestes a mudar.

RRAM: a memória ultraveloz que está vindo para ficar

Saiba mais sobre o desenvolvimento da memória que promete revolucionar o mundo dos smartphones e computadores.
À base de óxidos de metal, a nova memória RAM deve substituir a memória Flash em breve!
A indústria dos eletrônicos está em constante evolução. É comum vermos dispositivos cada vez menores e com mais poder de fogo sendo lançados. Mas a evolução também acontece dentro desses dispositivos, com os pequenos componentes que os formam. O problema é que, com o passar do tempo, os cientistas e engenheiros esbarram em limitações físicas desses componentes e, então, algo novo precisa ser pensado para substituir a tecnologia antiga. Afinal, o progresso não pode parar.
Desta vez, a indústria está se mobilizando para criar um novo tipo de memória, a Resistive Random-Access Memory (RRAM), como vem sendo chamada. Essa será uma memória não volátil, ou seja, os dados armazenados não serão apagados quando o computador for reinicializado, por exemplo.
Além disso, a RRAM oferece vantagens capazes de torná-la não apenas a substituta da memória Flash, mas também uma espécie de memória universal, combinando os benefícios da DRAM, a velocidade da SRAM e a não volatilidade da Flash.

Como funciona a RRAM?

Fotografia miscroscópica de um elemento RRAM feito de Óxido de Háfnio (Fonte da imagem: Imec)
Apontada como a candidata mais forte a substituir o modelo atual de memória de acesso randômico (RAM), a RRAM acabou criando uma espécie de corrida entre as empresas interessadas em lançar produtos com essa tecnologia. Por enquanto, as apostas dizem que teremos os primeiros chips de memória RRAM sendo produzidos entre 2012 e 2013.
A principal inovação desse tipo de memória se dá pela forma de armazenamento de dados. A memória RAM guarda os dados por meio de cargas elétricas. Dessa forma, quando a carga é cortada, ou seja, quando o computador é desligado, os dados são perdidos.
A RRAM opera de maneira diferente. A memória tem sido construída com base em materiais cujas resistividades podem ser alteradas para estados de alta e baixa condutividade. É a resistência desses materiais que guarda o estado do bit na memória, e o fato de o estado dessa resistividade não se alterar quando o computador é desligado torna a memória RRAM não volátil.
Ainda não há um consenso sobre qual é o melhor material para ser utilizado na fabricação da RAM resistiva. O Imec, laboratório belga responsável pelo programa de desenvolvimento da RRAM, acredita que a melhor alternativa são óxidos de metal e, no momento, os pesquisadores estão investigando materiais que sejam também compatíveis com o CMOS. Por enquanto, os materiais mais cotados têm sido o óxido de níquel (NiO) e o óxido de háfnio (HfO).

Vantagens da RRAM

As empresas que apostam na RRAM repetem sempre o mesmo discurso: a nova memória será capaz de operar a uma velocidade maior e com um consumo menor de energia. Mas como isso é possível?
Barra de cristal de Háfnio (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)
A resposta para a questão da velocidade está no óxido de háfnio. Ao usar o composto como isolante no lugar do dióxido de silício, a pesquisadora Päivi Törmä, da Universidade de Tecnologia de Helsinki, obteve um ganho de velocidade surpreendente. O acesso à memória, que antes demorava alguns milissegundos, passou a ser executado em apenas 100 nanossegundos, aumentando assim a velocidade de leitura e de escrita em até 100 mil vezes.
Comparada com a memória Flash, a RRAM também exige uma voltagem menor para ser usada, ou seja, para ler e gravar dados em seu interior. Graças a isso, a nova memória deve ser uma boa opção para dispositivos com poucos recursos, além de proporcionar maior economia de energia.
Como já abordado anteriormente, uma das grandes capacidades da RRAM é a possibilidade de construção de chips cada vez menores. Enquanto a DRAM e a Memória Flash podem chegar ao limite de 18 nanômetros, a memória à base de óxido de metal pode ultrapassar a barreira dos 16 nanômetros.

A quantas anda o desenvolvimento da RRAM?

Atualmente, existem pelo menos seis empresas interessadas no mercado de RRAM. Entre elas está a Samsung, que declarou recentemente a intenção de começar a fabricação em massa dessas memórias logo no primeiro semestre de 2012.
A HP é outra empresa que tem investido pesado na fabricação da memória do futuro. Inspirada pela teoria do professor Leon O. Chua, da Universidade da Califórnia, a companhia implementou, em 2008, o memristor, que funciona de maneira análoga ao chip de RRAM explicado neste artigo. Entretanto, o material escolhido pela HP foi o dióxido de titânio.
Circuito com 17 memristors capturado por microscópio atômico (Fonte da imagem: IEEE Spectrum)
Na prática, a empresa afirma, por meio de seu blog, que os memristors possibilitarão o desenvolvimento de smartphones e laptops com boot mais rápido e com duração maior da carga da bateria. Também podemos esperar por dispositivos cada vez mais finos e mais potentes. A HP acredita que as primeiras memórias RRAM chegarão ao mercado em meados de 2013.
Outro grande avanço feito pela HP foi constatar que o memristor é capaz não apenas de armazenar dados, mas também de realizar operações lógicas. Isso significa que, no futuro, esse tipo de memória pode acabar substituindo até mesmo os processadores, mantendo armazenamento e processamento no mesmo chip.
Ao romper essa barreira, teríamos dispositivos com ainda mais velocidade e economia de energia. A principal causa é o fato de que os dados teriam que percorrer distâncias menores, pois memória e processador estariam no mesmo chip.
Além disso, os memristors também poderão ser usados em aplicações de inteligência artificial. Engenheiros da Universidade de Michigan, por exemplo, já usaram a tecnologia para construir um computador baseado no cérebro de gatos.
Só nos resta esperar para ver quem ganhará a corrida da memória RAM resistiva.

Slavisa Pajkic: conheça o surpreendente Homem Bateria

Defeito genético faz com que a eletricidade flua pela pele do sérvio, que atua como um isolante natural.
  • O sérvio Slavisa Pajkic, conhecido como Homem Bateria (ou Biba, para os amigos íntimos), surpreende pela resistência à eletricidade. Enquanto para um ser humano normal voltagens acima de 50 volts representam um risco à vida, para ele isso não passa de uma simples brincadeira.
    Em 1983, o Homem Bateria estabeleceu seu primeiro recorde no Livro Guinness ao receber em seu corpo uma voltagem de 20 mil volts sem nenhum problema. Em 2003, foi registrado no livro pela segunda vez, quando conseguiu usar a eletricidade armazenada em seu corpo para aquecer um copo de água até 97º Celsius em 1 minuto e 37 segundos.
    Segundo Pajkic, seu corpo é capaz de atuar como um isolante, condutor ou acumulador de energia elétrica, além de servir como uma forma de conter calor para os mais diversos usos. O sérvio demonstra suas habilidades das mais diferentes formas, seja acendendo uma lâmpada, cozinhando uma salsicha ou iniciando a combustão de materiais embebidos em álcool.

    Defeito genético

    Embora nenhuma experiência tenha sido capaz de determinar a fonte exata dos poderes condutores do Homem Bateria, análises mostram que isso pode ser causado por um defeito genético. Pajkic não possui glândulas sudoríparas nem salivares, além de possuir duas camadas de pele a menos do que uma pessoa comum.
    (Fonte da imagem: OddityCentral)
    Devido a tais características, cientistas suspeitam de que a eletricidade não passe por dentro de seu corpo, mas sim por fora de sua pele, que atua como um isolante natural. Porém, isso também significa problemas para o sérvio, que precisa evitar temperaturas altas e não pode ser exposto ao sol durante muito tempo, já que seu corpo não possui recursos capazes de eliminar o excesso de calor acumulado.
    Enquanto permanecem os mistérios quanto às origens de seu poder, o Homem Bateria viaja pelo mundo exibindo suas habilidades em programas de variedade e ajudando pessoas com problemas de enxaqueca e sinusite. Pajkic afirma que seus planos futuros envolvem o estabelecimento de um terceiro recorde mundial, no qual pretende usar uma carga de 1 milhão de volts para atirar lasers através de seus dedos.



sábado, 21 de maio de 2011

Vaza na internet vídeo com 9 minutos de jogabilidade de FIFA 12



Vazou no YouTube um vídeo de FIFA12, mostrando 9 minutos da jogabilidade e novos recursos do novo jogo da franquia da EA. Vamos às novidades:
Defesa tática:
A marcação trava em um jogador, individualmente, avançando e recuando, sem “dar o bote” desgovernadamente. O domínio da bola estará maior e mais preciso, bem como a forma de proteger a bola do adversário ficou mais eficiente.
Dribles:
Haverá maior liberdade nos movimentos com a bola. Parece se tratar de uma expansão do sistema de dribles em 360º no qual é possível mudar de direção em movimento em ângulos mais fechados. Antes, quando se estava correndo com a bola, para mudar de direção era necessário um raio de curva bem mais amplo. Ou seja, dar uma volta bem maior.
Enquanto o defensor está pressionando, você consegue armar um drible para sair da marcação.
Física do jogo:
A engine física estará bastante aprimorada, interpretando cada contato em várias situações do jogo e vai responder de forma diferente a cada tipo de interação. Por exemplo, dependendo da força e velocidade co que cada jogador estiver na hora da interação, jogadas mais violentas ou menos viris acontecerão.
Engine de impacto:
Enquanto o jogador está protegendo a bola, o marcador tem que dosar a força com que ele chegará para tentar evitar um contato mais ríspido, para não cometer a falta.
Haverá mais animações para contatos, resultando em comportamentos mais variados na hora da “pancadaria”.
Os jogadores que forem mais habilidosos conseguirão fugir das faltas apenas com a movimentação do corpo.
 O tempo de resposta ficou melhor, permitindo que o zagueiro possa roubar a bola até o último momento, ou mesmo o atacante errar o chute. Por esta mesma razão, as divididas ficarão mais acirradas.
Contusões:
O sistema de contusões permitirá que contusões aconteçam em tempo real ou mesmo que o jogador se machuque sozinho. Além disso, o sistema de personalidade será expandido e os jogadores que forem mais propensos vão se machucar mais vezes (“bichado”).  
Empurrões sempre estiveram presentes nos jogos. Agora, se houverem puxões, será uma grande novidade, que com certeza agradará a muito aos jogadores.