domingo, 12 de junho de 2011

Ninja Gaiden 3


Toda a fúria de Ryu Hayabusa

Antes mesmo da E3 começar, Ninja Gaiden 3 já era um dos jogos mais comentados da feira. A Sony e a Tecmo Koei realizaram um minievento antes do início da Electronic Entertainment Expo 2011, no qual a nova edição da popular franquia de hack n’ slash foi demonstrada para todos os presentes.
O título é a primeira produção do Team Ninja sem o comando do lendário Tomonobu Itagaki que deixou a empresa após um longo processo litigioso. Mesmo assim, pelo que pode ser conferido ao longo da E3 2011, Ninja Gaiden parece manter o padrão de qualidade esperado pelos fãs.
A jogabilidade ganha algumas novidades, mas não difere demasiadamente das edições anteriores. Os visuais são outro ponto alto, mostrando em todos os detalhes a mutilação e sanguinolência típicas da franquia.
O lado negro da força
A demonstração acompanhou Ryu em um cenário similar ao leste europeu, em uma cidade repleta de ninjas paramilitares e robôs gigantes. Aqui já fica evidente uma das grandes novidades da jogabilidade e um dos elementos chave da história: o braço infectado de Ryu.
Aparentemente, o protagonista da série, Ryu Hayabusa, foi infectado por algo maligno. Essa “maldição” que habita em Ryu está consumindo o herói, no entanto, também confere poderes extraordinários. Assim, o jogador deverá equilibrar bem o uso dessa força sobrenatural, para que ela não se descontrole e tome conta de Ryu.
Salvo por essa nova dinâmica de energias, a jogabilidade segue inalterada. Os ataques e a própria forma como os inimigos reagem as suas investidas estão iguais as das outras edições. Como das outras vezes o sangue encharca a tela e para progredir o jogador deverá dominar as diferentes combinações de golpes; não basta massacrar os botões aleatoriamente.
As execuções estão ainda mais brutais e desta vez o jogo ainda conta com alguns movimentos contextuais, uma espécie de “quick time event” que permite eliminações instantâneas, contra-ataques ou esquivas. Como já era de se esperar, Ninja Gaiden 3 possui um esquema de combate elaborado que somente os mais dedicados conseguem dominar.
Todavia, desta vez as coisas estão ainda mais complexas. Em Ninjas Gaiden 3 você encontrará dois botões de defesa: um para golpes normais e outro para os ataques mais fortes. Isso significa que você deverá prestar muita atenção os combates, percebendo cada movimento do seu oponente para conseguir bloquear seus golpes com precisão.
Os visuais são bem detalhados e a direção de arte assume contornos mais sombrios. Ryu e os váriso elementos dos cenários estão bem representados e a ação se desenvolve no costumeiro ritmo alucinado da série.
A câmera apresenta os mesmos “problemas” das edições anteriores, ou seja, os jogadores inexperientes podem se complicar um pouco para encontrar os melhores ângulos. No entanto, quem já está acostumado não terá muita dificuldade para acompanhar as batalhas.
Pancadaria generalizada
A Tecmo Koei também confirmou que Ninja Gaiden 3 terá modos multiplayer online. Ao que tudo indica você poderá participar de partidas competitivas com suporte para até oito jogadores.
Mas as novidades não param por ai. Ninja Gaiden 3 ainda nem tem data de lançamento, mas o Team Ninja já adiantou que o jogo terá vários pacotes de conteúdos adicionais (DLC). Segundo a equipe de desenvolvedores os DLCs devem trazer novos personagens, missões e desafios.
Ninja Gaiden 3 também será lançado para o Wii U, com direitos a controles adaptados ao novo “Wii tablet” — o controlador com tela sensível ao toque, sensores de movimento e câmeras. No entanto, pouco demonstrado do jogo em ação, mesmo porque o console só será lançado em 2012.
Enfim, Ninja Gaiden 3 mostrou durante a E3 2011 que tem tudo para agradar aos fãs da serei, com vários elementos recorrentes e algumas novidades interessantes. O título ainda não tem data de lançamento definida, mas deve aportar no Xbox 360, PlayStation 3 e Wii U já no primeiro trimestre de 2012.

Battlefield 3


Uma nova visão sobre o campo de batalha

Apesar da guerra constante entre Electronic Arts e Activision no setor dos games de tiro em primeira pessoa, a EA falou muito pouco sobre Call of Dutydurante sua participação na E3 2011. Em vez de se concentrar em ataques contra o rival, a empresa se limitou ao que realmente importa e mostrou seu principal produto: Battlefield 3.
Duas demonstrações diferentes foram exibidas durante a feira. A primeira, realizada durante a conferência da empresa, teve como foco uma nova missão do modo campanha. Já a segunda, feita a portas fechadas, apresentou à imprensa o tão esperado modo multiplayer do título.
Em vez de exibir a ação a pé com soldados enfrentando tropas inimigas, a EA preferiu exibir a ação sobre tanques, em uma campanha no deserto iraquiano. De maneira geral, a DICE, desenvolvedora de Battlefield 3, parece querer dar uma abordagem diferente à guerra, colocando o jogador na posição de um soldado comum, que muitas vezes pode ser até mesmo impotente perante as forças inimigas.
Como estamos em um deserto, a areia ao longe dificulta que os jogadores enxerguem muita coisa. E é exatamente essa fraqueza que é aproveitada pelos inimigos, que começam a atacar os tanques americanos à distância. Nesse momento, o jogador assume o controle do canhão principal do veículo, mas, na maioria das vezes, atira a esmo na direção da qual os torpedos inimigos estão vindo.
Para facilitar a visão, é possível ligar uma câmera térmica, permitindo maior visibilidade e facilitando os disparos. Tal recurso, porém, não permite que o jogador enxergue longe e parece diminuir a precisão. Fica a cabo de cada um decidir qual das duas opções de visualização é melhor.
Em um determinado momento, o avanço dos tanques é impedido por uma artilharia inimiga. É hora, então, de controlar um bombardeio que sobrevoa a ação e dar um fim definitivo aos inimigos. A explosão é vista dos céus, por meio de um visor térmico. Os tanques seguem em frente, liquidando o restante dos terroristas sobreviventes ao ataque aéreo.
Apesar de um pouco frustrante para a maioria dos jogadores, que esperavam um intenso combate entre tropas de infantaria, a demonstração no palco da conferência da Electronic Arts obteve sucesso em seu objetivo. Como a intenção da DICE era mostrar o alto nível de realismo, não existia alternativa melhor do que mostrar uma batalha bem próxima das que vimos na TV, em que não há tática ou tiros precisos. Apenas muita violência em um ambiente altamente hostil.
Você não está sozinho
A demonstração do modo multiplayer de Battlefield 3 foi exibida a portas fechadas. Como se trata de um trabalho não finalizado, registros em vídeo são restritos e os jornalistas são incentivados a falar sinceramente sobre o que acharam. Isso não significa que a Electronic Arts está insegura sobre um dos principais traços do título, mas reflete um aspecto da política perfeccionista da DICE.
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Logo de início, é possível perceber que os modos online tradicionais ganham uma adição de peso com a utilização da engine Frostbite 2. Acima de tudo, ela significa o fim dos campers, jogadores odiados por ficarem parados em um único lugar atirando em tudo que se mexe. Agora, qualquer ambiente é destrutível e, caso um oponente resolva se esconder no interior de uma casa, é possível trazê-la abaixo com uma explosão certeira.
Outro aspecto que merece ser citado é o tamanho dos mapas. A DICE define-os não como arenas, mas como “jornadas”. O único cenário disponível, Operation Metro, possibilita diversas estratégias diferentes para ataque e defesa pelos labirinto subterrâneo de túneis e estações do metrô de Paris.
Modificações interessantes também foram feitas no sistema de pontos de experiência. Em Battlefield 3, não é apenas o número de assassinatos cometidos que conta, mas também a quantidade de ações relacionadas à classe escolhida. Por exemplo, consertar um veículo com um engenheiro ou curar um companheiro utilizando o médico de campo garantem uma evolução ainda mais rápida do que simplesmente atirar contra os inimigos.
O Battlelog também tem recebido atenção da Electronic Arts. A espécie de rede social interna de Battlefield 3 tem como missão mudar para sempre a forma como os jogadores interagem com o game e permitirá marcação de partidas e comparação de pontuações. Esses aspectos, porém, são os mais básicos e esperados em qualquer rede que se preze. De acordo com a EA, há muito mais sobre o Battlelog do que foi anunciado até agora, já que a rede também poderá ser acessada por celulares e outros dispositivos móveis.
A conclusão que se tira da presença de Battlefield 3 na E3 2011 é que Call of Duty, finalmente, pode ter sua hegemonia ameaçada. O game de tiro da Electronic Arts não se limita apenas em ser um bom FPS, e quer apresentar também um novo paradigma estético e gráfico para os games do gênero. E, como disse o presidente da EA, John Riccitiello, os jogadores só têm a ganhar com toda essa concorrência.
Battlefield 3 chega ao mercado em 25 de outubro de 2011, para PlayStation 3, Xbox 360 e PC.

sábado, 11 de junho de 2011

Produtor libera novas informações sobre Batman: Arkham City


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Dax Ginn, produtor da Rocksteady, deixou escapar algumas informações sobre o vindouro gameBatman: Arkham City. Dentre elas o tamanho do game, a importância da participação da Mulher Gato, além de alguma novidade especial nas lojas para o Wii U. Os dados saíram de uma entrevista para o site Destructóid, nos bastidores da E3.
A primeira das boas alterações no game é que a Rocksteady está se preocupando muito em criar implementos que facilitem a vida dos jogadores ao se deslocarem no enorme mundo do jogo. O produtor apontou que “se perder” não é uma atitude comum ao Batman. O Bat-sinal é apenas uma das soluções para essa questão. Na sequência, ficou confirmado que, ao todo, o game terá em torno de 25 horas de campanha.
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Quando perguntado sobre Selina Kyle e sua participação na trama, Ginn afirmou que ela ocupa 10% do total do game — algo em torno de duas horas e meia de jogabilidade contínua. Ou seja, a Mulher Gato é uma personagem muito mais relevante do que muitos podem ter imaginado.
Por fim, Ginn sorriu quando ouviu sobre os rumores de que o Wii U traria o que está sendo chamada de “a versão definitiva” do jogo. O produtor deu a entender que os boatos de alguma forma procedem, mas ainda não é hora de divulgar. Na verdade ele ainda não tem permissão para isso.
Batman: Arkham City tem previsão de lançamento em outubro deste ano, para PC, PlayStation 3 e Xbox 360 — e quem sabe a versão para Wii U, em 2012.

F1 2011


Corridas muito mais emocionantes do que nos domingos de manhã

O novo console portátil da Sony já começa a receber os primeiros frutos. ACodemasters mostrou na Electronic Enterteinment Expo deste ano sua novidade: F1 2011. O novo game de corridas de fórmula 1, como o próprio nome já diz, é a sequência do sucesso em vendas F1 2010 —para as plataformas maiores da Sony e Microsoft.
O diretor-chefe de design do game, Stephen Hood, comentou ao site Gamespot que esse novo jogo da Codemasters Birmingham foi desenvolvido com muita ênfase no modo de multijogadores. Uma vez que a versão anterior não conseguiu atingir um nível respeitável nesse quesito.


Foco: Online
O game promete contar com um grid completo, no modo de corridas multiplayer online, o que quer dizer 24 carros na largada, sendo que 16 deles são controlados por seres humanos. Já o jogo anterior suportava somente até 12 jogadores. Também é esperado um modo de tela dividida (“split-screen”), para dois jogadores, utilizando o mesmo sistema de duas dúzias de competidores.
Além das novas possibilidades para se jogar via internet, o game ainda oferece mais inovações. O modo de competição por temporada terá novas regras, assim como os 19 circuitos, da fórmula 1 2011. A jogabilidade e os controles sofreram modificações para torná-los mais avançados e precisos, o que permitirá aos jogadores elaborarem estratégias ao longo da corrida, ao invés de vivenciar ações curtas, momento a momento.
Maior perspicácia dos adversários
Hood conta que haverá um novo sistema de inteligência artificial que vai proporcionar corredores controlados pelo computador com comportamentos mais similares aos pilotos reais. O sistema de danos foi bastante aprimorado, de modo que o carro vai se degradando lenta e naturalmente, de acordo com as intempéries sofridas durante a corrida, baseadas na maneira específica com a qual cada jogador pilota sua máquina de corrida.

F1 2011 busca trazer avanços visuais não só para os carros. As pistas serão mais bem definidas e a iluminação bastante trabalhada, com uma transição completa entre dia e noite, de acordo com as promessas da Codemasters.
Dentro do modo “Carreira”, o designer chefe diz que os jogadores realmente viverão a vida de um piloto de fórmula 1. Claro que não com a riqueza, as mulheres e toda a fama, mas no contato do dia-a-dia. Tendo que participar da movimentação pré-corrida, na área da garagem, passando por toda atmosfera gerada pela tensão antes de cada prova.

Há o novo sistema de feedbacks, no qual o corredor recebe mensagens, reportagens e outras notícias que reportem seu desempenho em cada competição. Finalmente, há um modo cooperativo, o “Co-op Championship”, que permite o jogador se aliar a outro corredor durante toda a temporada, formando os Sebastian Vettel e Mark Webber desse game.
“Multiplatafórmico”
Todas as promessas são em forma de texto e entrevistas. Ainda não foram liberadas imagens de jogabilidade comprovadamente real ou mesmo uma versão Beta para os gamers poderem experimentar. Então o que podemos fazer é ficar no aguardo até setembro deste ano, que é a data prevista para o lançamento do game, que também estará disponível para PlayStation 3, Xbox 360 e Nintendo 3DS.

FIFA 12 rola a bola nos campos da E3


Durante a E3 2011, que terminou ontem (dia 9 de junho), a EA Sportsdemonstrou todo o potencial da nova edição de simuladores futebolísticos.  
Desde Felipe Melo na Copa do Mundo de 2010 não vemos alguém tão empenhado em lesionar os adversários dentro do campo de futebol. O foco da nova engine de efeitos físicos do jogo está voltado para o realismo dos impactos e suas consequências.
David Rutter, produtor da série, deixou claro que FIFA 12 será o título com as mudanças mais significativas na jogabilidade desde a estreia da franquia nos consoles de sétima geração. Graças à nova engine de colisões, todos os impactos serão “tratados” em tempo real, conferindo muito mais fluidez e autenticidade aos movimentos dos jogadores.
Fino da bola
Durante a E3 2011 a EA Sports também demonstrou outras melhorias significativas da jogabilidade. Uma das mudanças mais esperadas é a revitalização do sistema de dribles. Apesar de bem estruturado, o antigo esquema de “firulas” futebolísticas — atreladas ao manche analógico esquerdo — exigia uma mistura de treino, sorte e boa memória.
Antes você precisava executar movimentos rápidos com o manche para realizar os diferentes dribles. Agora, basta estar com um jogador suficientemente habilidoso para tentar uma jogada de efeito. Movimentos curtos com o manche, com uma dinâmica semelhante a da realidade, são suficientes para desmontar a defensiva adversária.
Img_normalAlém disso, o próprio esquema de defesa — também foi reformulado — também permitirá novas oportunidades de ataque, haja vista que os cenários de “um contra um” serão mais recorrentes. Basta segurar o botão para o controle preciso da bola (o mesmo utilizado nas edições anteriores) para que você domine a pelota com maior carinho, bem próximo ao seu corpo, permitindo movimentos rápidos e desconcertantes.
Muita personalidade
Outro elemento que retorna com novos ajustes é o Personality Plus. Para quem não sabe, o Personality Plus — introduzido em FIFA 11 — recria o comportamento real dos atletas dentro dos campos virtuais, ou seja, a inteligência artificial do jogo faz com que os jogadores se comportem como suas contrapartes verdadeiras.
O novo Personality Plus apenas corrige alguns excessos e falhas do passado. Jogadores com grande domínio de bola não serão impossíveis de serem desarmados (como é o caso de Iniesta em FIFA 11) e atletas de estatura elevada serão muito mais letais nas jogadas aéreas.
Jogadores como Peter Crouch ou Didier Drogba (que além de alto também forte) têm muito mais chances de ganhar disputas no ar. Mesmo porque a engine de impactos também entra em cena para garantir que a “trombada” terá um resultado mais realista.
Cabeça de área
Se você é um fã de jogos de futebol já deve estar familiarizado com o sistema de controles defensivos, especialmente com o botão que chama um segundo atleta para auxiliá-lo na marcação. Em FIFA 12 esse esquema foi abolido!
Img_normalCalma, não entre em pânico. Muitos jogadores vão estranhar a ausência dessa opção, haja vista que ela estava no centro de todas as ações defensivas. Em FIFA 12, em vez de chamar um segundo defensor, você poderá acompanhar o atacante correndo de costas.
O movimento é natural nos campos de futebol e permite que o zagueiro acompanhe o oponente a uma distância segura até encontrar o tempo certo para dar o bote e roubar a bola. A mudança pode causar alguma estranheza, mas sem sombra de dúvida deixará a ação ainda mais realista.
A beleza está nos detalhes
Na verdade, a maioria das novidades de FIFA 12 passará despercebida pela maioria dos jogadores. Somente os fãs mais ardorosos vão reparar em como os pequenos ajustes da jogabilidade faz do título algo muito superior às outras edições da franquia.
Um bom exemplo é como os atletas agem sem a bola. Em FIFA 12, os jogadores reagem de forma mais intuitiva em relação à bola e interagem com ela com muito mais naturalidade. Em vez de esperar que a pelota chegue aos seus pés, ele procurará uma forma de contato que não comprometa sua equipe.
Assim, se a bola está no ar o seu zagueiro não vai esperar ela quicar no chão para tentar dominá-la e só então aliviar o perigo. O seu jogador vai correr e tentar cabecear a bola para fora do campo, evitando que o atacante adversário a alcance.
Nada muito surpreendente, certo? No entanto, em FIFA 11 esse tipo de movimento é praticamente impossível. A bola viaja pelos céus e seu defensor só tentará fazer contato quando ela estiver na altura do seu joelho.
Img_normalEssa mesma “naturalidade” em relação ao jogo e a bola se aplicam na parte ofensiva. Atacantes habilidosos não vão esperar a bola “redondinha” para tentar um chute forte de primeira. Em suma, FIFA 12 prega pela “simplicidade” em campo.
Mas é a união de todos esses elementos que promete deixar o jogo ainda mais atraente. Como é o caso do novo sistema de contusões. Em FIFA 11, alguns jogadores já mostravam proeminência a contusões, no entanto, em FIFA 12 isso vai muito além.
Fadiga muscular, contusões reincidentes e até mesmo o abuso em uma determinada partida podem acarretar em lesões independente do jogador em questão. Resta saber como isso será aplicado, afinal, se o esquema for bem aplicado — levando em consideração a duração de uma temporada — trata-se de algo realmente interessante.
Facefootball
A série já possui uma fama considerável. Atualmente é a mais jogada entre os fãs do gênero e já conta com uma audiência superior a 42 milhões de jogadores — conforme revelado durante a coletiva da EA na E3 2011.
Agora, com FIFA 12 parece que a franquia ficará ainda maior, especialmente com a introdução de uma verdadeira rede social dentro do jogo. O EA Sports FIFA Football Club integrará todos os jogadores de FIFA e fãs de futebol em busca de novos desafios.
Além de conectar os atletas virtuais, o serviço também oferecerá conteúdos singulares criados a partir de eventos futebolísticos reais. A cada rodada o Football Club reunirá algumas partidas particularmente interessantes e as transformará em “desafios” de jogo.
Img_normalImagine a recente final da Copa do Brasil. A partida acabou com a vitória do Coritiba (3x2), mas o título ficou com o Vasco da Gama. Se a equipe alviverde do Paraná tivesse feito mais um gol a história seria diferente e o caneco teria ficado com o Coritiba. Essa partida seria uma série candidata aos desafios de FIFA Football Club, com o jogador reescrevendo a história da final.
Além disso, os seus resultados serão somados a um ranking online pessoal e do seu clube favorito. Mais uma vez ainda temos que esperar para ver como tudo isso será aplicado, afinal, clubes de maior expressão terão mais jogadores associados e certamente somarão mais pontos pela simples quantidade de “membros”.
Em suma, ainda existem muitas dúvidas sobre como será a versão final de FIFA 12, no entanto, o pouco que já foi visto durante a E3 realmente impressionou aos fãs. As melhorias técnicas e as novas funcionalidades tem tudo para agradar a todos.
FIFA 12 terá cópias para PlayStation 3, Xbox 360, PC, PlayStation 2, PlayStation Portable e Wii. O título ainda não tem data de lançamento definida, mas é esperado para o final do terceiro trimestre de 2011.